WORKSHOP
O NASCIMENTO E A
REESTRUTURAÇÃO FAMILIAR
“O nascimento de uma criança reestrutura toda a dinâmica familiar. Este workshop tem o objetivo de refletir através da abordagem psicodramática as mudanças dos papéis familiares após o nascimento do filho”
REALIZADO NO ESPAÇO DONA BELLA, TAUBATÉ/SP, DIA 26 DE MAIO DE 2012.
ORGANIZADORA DO EVENTO: MARINA RADWANSKI RODRIGUES.
CONVIDADO: PSICÓLOGO E PSICODRAMISTA: MARCO POLO SOARES.
VEJA ALGUMAS FOTOS DO EVENTO
Evento com Marina e participantes do Workshop.
TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Aquecimento Inespecífico
TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Aquecimento Específico
TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Dramatizações
TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Compartilhar
TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Processamento e Conceitos Abordados
INTRODUÇÃO DOS CONCEITOS ABORDADOS NO WORKSHOP
Matriz de
Identidade
Segundo Jacob Levy Moreno Matriz
de Identidade é a placenta social da criança. O embrião e depois o feto
implantam-se na placenta e dela se nutrem e dependem, o recém-nascido
implanta-se no grupo social do qual depende para suas necessidades
fisiológicas, psicológicas e sociais.
“O bebê ocupa um espaço
físico sob o teto daqueles que o recebem e que dele cuidam (seja pai e mãe, outros
parentes, profissionais em uma instituição, enfim, quaisquer responsáveis). Ele
ocupa também um espaço virtual, e parte predeterminado, que dispõe as condições
iniciais para seu desenvolvimento. (...) O lugar preexistente, modificado pelo nascimento
do sujeito, é o ponto de partida para o seu processo de definição como
indivíduo; é a Matriz de Identidade.” (Gonçalves, 1988. p. 59)
Teoria dos Papéis:
As teorias psicodramáticas levam
o conceito de papel às todas as dimensões da vida. Os papéis são unidades
culturais de conduta, possuem as características e as particularidades próprias
da cultura em que estruturam. Na vida
real, em sociedade, os indivíduos têm funções determinadas por circunstâncias
socioeconômicas, por sua inserção numa determinada classe social,
“(...) Assim, há papéis profissionais: marceneiros, metalúrgicos,
médicos etc.; há determinados pela classe social: patrão, operário, sem-terra,
fazendeiro, etc.; papéis constituídos por atitudes e ações adotados a partir
dos anteriores: líder, revolucionário, negociador, repressor etc.; papéis
afetivos: amigo, inimigo, companheiro, etc.; papéis familiares: pai, mãe,
filho, patriarca, idiota da família, sucesso da família, etc.; (...) O papel é
a forma de funcionamento que o indivíduo assume no momento específico em que
reage a uma situação específica, na qual outras pessoas ou objetos estão
envolvidos.” (Gonçalves, 1988. p. 66-67)
REFERENCIAL TEÓRICO
ALMEIDA, W. C. GRUPOS: a proposta do psicodrama. Wilson
Castello de Almeida (org). São Paulo. Ágora, 1999.
FOX, J. O essencial de Moreno: textos sobre psicodrama, terapia de grupo e
espontaneidade. São Paulo. Ágora, 2002.
GONÇALVES, C. S. Psicodrama com Crianças: Uma Psicoterapia
Possível. Camila Salles Gonçalves (org). São Paulo. Ágora, 1988.
GONÇALVES, C. S. Lições de Psicodrama: Introdução ao
pensamento de J. L. Moreno. Camila Salles Gonçalves, José Roberto Wolff,
Wilson Castello Almeida. São Paulo. Ágora, 1988.
ROJAS-BERMÚDEZ, J. G. Introdução
ao Psicodrama. Trad. Dr. José Manoel D´Alessandro. Editora. São Paulo.
Mestre Jou, 1970.
WEIL, P. A ética nos Grupos: contribuição do psicodrama. Vários autores.
Prefácio de Pierre Weil. Ágora, 2002.

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