sábado, 26 de maio de 2012

Workshop - O Nascimento e a Reestruturação Familiar


WORKSHOP
  O NASCIMENTO E A REESTRUTURAÇÃO FAMILIAR

“O nascimento de uma criança reestrutura toda a dinâmica familiar. Este workshop tem o objetivo de refletir através da abordagem psicodramática as mudanças dos papéis familiares após o nascimento do filho”


REALIZADO NO ESPAÇO DONA BELLA, TAUBATÉ/SP, DIA 26 DE MAIO DE 2012.
ORGANIZADORA DO EVENTO:  MARINA RADWANSKI RODRIGUES.
CONVIDADO: PSICÓLOGO E PSICODRAMISTA:  MARCO POLO SOARES.


VEJA ALGUMAS  FOTOS DO EVENTO


Evento com Marina e participantes do Workshop.





TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Aquecimento Inespecífico





TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Aquecimento Específico




TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa -  Dramatizações





TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Compartilhar


TÉCNICA SOCIODRAMA
Etapa - Processamento e Conceitos Abordados



INTRODUÇÃO DOS CONCEITOS ABORDADOS NO WORKSHOP

Matriz de Identidade

Segundo Jacob Levy Moreno Matriz de Identidade é a placenta social da criança. O embrião e depois o feto implantam-se na placenta e dela se nutrem e dependem, o recém-nascido implanta-se no grupo social do qual depende para suas necessidades fisiológicas, psicológicas e sociais.
 “O bebê ocupa um espaço físico sob o teto daqueles que o recebem e  que dele cuidam (seja pai e mãe, outros parentes, profissionais em uma instituição, enfim, quaisquer responsáveis). Ele ocupa também um espaço virtual, e parte predeterminado, que dispõe as condições iniciais para seu desenvolvimento. (...) O lugar preexistente, modificado pelo nascimento do sujeito, é o ponto de partida para o seu processo de definição como indivíduo; é a Matriz de Identidade.” (Gonçalves, 1988. p. 59)

Teoria dos Papéis:

As teorias psicodramáticas levam o conceito de papel às todas as dimensões da vida. Os papéis são unidades culturais de conduta, possuem as características e as particularidades próprias da cultura em que estruturam.  Na vida real, em sociedade, os indivíduos têm funções determinadas por circunstâncias socioeconômicas, por sua inserção numa determinada classe social, 
“(...) Assim, há papéis profissionais: marceneiros, metalúrgicos, médicos etc.; há determinados pela classe social: patrão, operário, sem-terra, fazendeiro, etc.; papéis constituídos por atitudes e ações adotados a partir dos anteriores: líder, revolucionário, negociador, repressor etc.; papéis afetivos: amigo, inimigo, companheiro, etc.; papéis familiares: pai, mãe, filho, patriarca, idiota da família, sucesso da família, etc.; (...) O papel é a forma de funcionamento que o indivíduo assume no momento específico em que reage a uma situação específica, na qual outras pessoas ou objetos estão envolvidos.” (Gonçalves, 1988. p. 66-67)

REFERENCIAL TEÓRICO

ALMEIDA, W. C. GRUPOS: a proposta do psicodrama. Wilson Castello de Almeida (org). São Paulo. Ágora, 1999.

FOX, J. O essencial de Moreno: textos sobre psicodrama, terapia de grupo e espontaneidade. São Paulo. Ágora, 2002. 

GONÇALVES, C. S. Psicodrama com Crianças: Uma Psicoterapia Possível. Camila Salles Gonçalves (org). São Paulo. Ágora, 1988.

GONÇALVES, C. S. Lições de Psicodrama: Introdução ao pensamento de J. L. Moreno. Camila Salles Gonçalves, José Roberto Wolff, Wilson Castello Almeida. São Paulo. Ágora, 1988.

ROJAS-BERMÚDEZ,  J. G. Introdução ao Psicodrama. Trad. Dr. José Manoel D´Alessandro. Editora. São Paulo. Mestre Jou, 1970.

WEIL, P. A ética nos Grupos: contribuição do psicodrama. Vários autores. Prefácio de Pierre Weil. Ágora, 2002. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Núcleo Espiral Oferece: 



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Animare Psicologia oferece,

FRASES E BIOGRAFIA


Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.
Carl Jung

Mini Biografia

Carl Gustav Jung nasceu em 1875, na Suíça. Religiosa, sua família influenciou bastante na psicologia que seria desenvolvida pelo psicólogo, e também levando Carl a procurar leituras sobre filosofia e religião desde cedo. Entrou na universidade de Medicina e já nesse tempo começou a se interessar pelos fenômenos psíquicos. Foi em 1900 que Jung passou a ser interno na Clínica Psiquiátrica Bugholzli, localizada em Zurique. Quatro anos depois, já tinha montado um laboratório experimental, onde surgiu o seu famoso teste para o diagnóstico psiquiátrico de associação de palavras, reestruturado e usado por inúmeros profissionais.A partir daí, Jung foi criando uma boa reputação no meio, exemplo disso foi o convite para a cátedra de professor de psiquiatria na Universidade de Zurique, em 1905.E é exatamente nessa época que se inicia o contato entre Jung e Freud. Ambos dividiam idéias e objetivos, de tal forma que se tornou inevitável a aproximação e relação de colaboração que os dois passaram a estabelecer.Porém, a colaboração dos dois chegou ao fim, com Jung de um lado, sem aceitar potente influência que Freud atribuía aos traumas sexuais e Freud, por outro lado, sem admitir os fenômenos espirituais - usados por Jung - como fontes de estudo. E assim cada um seguiu seu caminho. Jung destacou-se no uso das técnicas de estudos de desenhos e sonhos, ou seja, o estudo do inconsciente humano.Seus estudos viraram livro, "A Psicologia do Inconsciente", publicado em 1917. Tendo publicado dezenas de outros estudos e trabalhos, Jung escreveu, aos 80 anos, um livro de memórias, aclamado pela crítica especializada.O pai da psicologia analítica morreu em 1961, em Zurique, mas o seu legado permanece até hoje, influenciando campos do conhecimento como antropologia, sociologia e, claro, a psicologia.
Texto do site Pensador.Info:http://pensador.uol.com.br/autor/carl_jung/biografia/



terça-feira, 15 de maio de 2012

Animare Psicologia


Oferece frases de alguns dos maiores pensadores da Psicologia:



quarta-feira, 9 de maio de 2012

O QUE FAZ UM PSICÓLOGO CLÍNICO?

O que faz um psicólogo clínico?

O Psicólogo é um profissional especializado no conhecimento dos   processos mentais, emocionais, comportamentais, orgânicos e  relacionais da humanidade. A partir de técnicas científicas tem o objetivo de ajudar o indivíduo, grupo, organização ou sociedade  no empenho do autoconhecimento  e na superação de suas dificuldades.  


Qual momento de procurar um acompanhamento psicológico?
Momento de interesse em promover autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, podendo beneficiar pelo fato de se conhecer melhor, entender suas formas de se relacionar,  seu tipo de personalidade. Pode ajudar também no momento de estresse, depressão, pânico, ansiedade, crises pessoais, crises de relacionamento, conflitos conjugais e familiares, distúrbios psicossomáticos, dificuldades nas transições de vida, crises profissionais, ou qualquer outra forma de sofrimento. 


Qual o benefício de fazer psicoterapia? 
Muitas vezes na sua forma preventiva pode evitar doenças causadas por aspectos emocionais ou aliviar estresse relacionados a rotina.  Pesquisas indicam que a aplicação efetiva da psicoterapia diminui os índices de consumo de medicamentos  e internações hospitalares. 


Quanto tempo de psicoterapia é necessário para que haja uma melhora? 
Muitas vezes podem ocorrer nas primeiras sessões. No entanto, a melhora e a duração do tratamento dependerá de vários fatores sendo alguns deles  relacionados ao empenho da pessoa que faz psicoterapia, ou seja, do seu grau de comprometimento com o tratamento, tipo de crise a ser tratada, do nível de autoconhecimento a ser atingido e dos recursos internos do cliente. 


Como é o tratamento psicoterápico?
Geralmente no primeiro atendimento são estabelecidos o  acordo de funcionamento do tratamento, realizado entre o profissional e o cliente. Normalmente o tratamento consta de sessões semanais, podendo ser uma ou duas vezes de acordo com a necessidade do cliente e disponibilidade do profissional. Em média  cada sessão tem a duração de cinquenta  minutos se for individual e uma hora e meia se for em grupo, familiar ou casal. Em geral sem data pré-estabelecida de término para o tratamento.


* O sigilo profissional é regulamentado pelo CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO realizado XIII Plenário do Conselho Federal de Psicologia no uso de suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas pela Lei  nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971.

Mais dúvidas, sobre tratamento psicoterápico pode perguntar para os profissionais da Animare Psicologia. 



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Núcleo Espiral

ANIMARE NOTICIAS


O Psicólogo Marco Polo Soares, atua no Núcleo Espiral, que tem como missão promover e executar ações sócio-educativas para prevenção da violência contra crianças e adolescentes com o uso do Método Espiral. A sua visão é multiplicar o uso método ESPIRAL por meio de formação de profissionais, capacitação de cuidadores, intervenções breves com crianças e adolescentes, pesquisas e publicações. Tem como valores pautar-se nos 5 pilares conceituais:


1. Abordagem simbólica junguiana.
2. Paradigma da resiliência.
3. Linguagem corporal.
4. Trabalho vivencial.
5. Encontros grupais.


O seu objetivo é transformar pessoas desenvolvendo habilidades da resiliência para o enfrentamento de situações do cotidiano.
Veja no link abaixo as propostas completas do Núcleo Espiral:

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Workshop Em Busca da Escolha Profissional

ARQUIVO ANIMARE PSICOLOGIA






Fotos do workshop 
Em Busca da Escolha Profissional
Feira de Profissões Acerte o Passo, 2009 - Universidade de Taubaté. 
Psicólogos Marco Polo Soares Hellen Macias Dias
ANIMARE PSICOLOGIA OFERECE


ARTIGO                                                      

Adaptação escolar sem traumas?  Como?
Para responder essas angústias, gosto de propor um pensamento:Por que matriculamos nosso filho? Por que nessa escola?   Vocês, pai e mãe, certamente não decidiram isso do dia para noite e nem na primeira escola que visitaram. Foi algo pensado e muito bem escolhido e sabem que não matricularam seu filho na escola só porque é um lugar seguro onde vocês deixam seu filho para irem trabalhar tranquilamente, ou porque existe uma lei que obriga os responsáveis a matricular seus filhos na escola, mas sim porque acreditam que a escola estimulará o desenvolvimento da criança em aspectos diferentes aos vividos em casa como: afetivo-sociais, físicos e cognitivos.Relembrar esses motivos que o fizeram procurar uma escola deixa muito mais fácil encarar e resolver a situação, já que muitas crianças apresentam dificuldade de adaptação.Esse processo de adaptação não tem bula nem regras, afinal, cada criança reage de um jeito, tem criança que chora, tem criança que quer conhecer tudo, tem criança que faz birra e ainda aqueles que começam a chorar algum tempo depois. Isso tudo é normal, é um momento diferente e precisamos entender o tempo de cada criança e esperar que os profissionais escolhidos para cuidar e educar nossos filhos vão saber lidar com essa diferença e transformar esse momento em algo prazeroso.É importante sabermos que o choro nem sempre quer dizer que a criança não quer ir à escola, mas também é uma forma de expressar sentimentos que não consegue nomear, e quando não sabe dizer o que sente, chora, é assim desde o seu nascimento.Por isso, não queira traduzir o choro, só preste atenção e diga que entende seus sentimentos, mas que vai ser muito legal ficar na escola. Na maioria dos casos, por mais difícil que seja a separação, assim que os pais deixam a escola, as crianças param de “sofrer”, ficando tranquilas e confiantes. E aquele ambiente desconhecido fica curioso e gostoso de ser explorado. Afinal, haja novidades para elas!Enfim, não existe fórmula mágica, só é preciso calma e atenção ao processo de adaptação.Algumas dicas:
  • Primeiro, pense se você está pronto para esse momento. Você precisa estar seguro para passar segurança a seu filho. Diferencie suas angústias das angústias dele.
  • Todos os dias a ida para escola deve ser preparada contando para seu filho como vai ser a entrada na escola depois como vai buscá-lo, respondendo naturalmente o que ele quiser saber, mas lembre-se sem longas explicações, para não causar suspeitas e inseguranças. Eles são muito inteligentes e podem pensar: “Por que ele está se justificando?”
  • Incentive a criança a estudar e gostar de ir para escola sem ansiedade, mas com muito carinho e paciência.
  • Confie na escola que escolheu para seu filho.
  • Tenha uma boa comunicação com a escola, pais e professores devem trocar informações, é muito importante durante todo processo ensino-aprendizagem em especial nesse momento de adaptação
  • Cuidado, nunca chegue atrasado na hora de ir embora, principalmente nesse momento de adaptação, isso pode gerar sentimento de abandono e dificultar a adaptação.
  • Enfim, saiba que a adaptação não dura anos... Tem hora de ser firme quanto ao choro, principalmente quando a criança já foi à escola no ano anterior e já sabe como funciona.
Artigo publicado em 04 de maio de 2012.
Hellen Macias Dias
Psicóloga,  Psicopedagoga  e  Especialista em Educação Infantil - CRP 06/66014

terça-feira, 1 de maio de 2012

Estava pesquisando artigos na área da educação e achei esse portal. É uma ótima ferramenta de pesquisa, com arquivos PDF MP3, etc. Tudo com acesso gratuito. Vale a pena entrar no link abaixo. 


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp


Marco Polo Soares